Verdadeiros MALABARISMOS…da NOSSA CARTEIRA!!!


20140721_160501~2Olá caros Leitores!

Eis-me de regresso, depois de umas tão desejadas, merecidas e relaxantes férias, na medida do possível obviamente, onde não faltaram alegria, boa disposição, diversão, praia, paisagens magníficas e boa gastronomia, entre outras coisas boas e bonitas na VIDA…

Dito assim, eventualmente até podem estar a pensar que desfrutei de “umas férias à grande!”…E, de certa forma, desfrutei mesmo!… Sabem porquê? A resposta é muito simples: porque as VIVI com grande intensidade, e mais!…com o menor custo possível, o que as tornou ainda mais extraordinárias!

Poderão hipoteticamente, vocês questionar:

– Mas como é que isso é possível, nos dias de hoje? Sim!…Com esta conjuntura de crise económico-financeira  tremenda (entre outras…), que o nosso país atravessa?(!)

Pois meus caros…se tiverem a curiosidade de ler este artigo até ao fim, certamente, ainda que de forma indirecta, aperceber-se-ão dos meios que, a bem dizer, proporcionaram os fins.

Ora bem!…E chegámos ao tema que hoje decidi trazer-vos: Verdadeiros MALABARISMOS…da NOSSA CARTEIRA!!!

Malabarismos – É obviamente uma metáfora que visa demonstrar a nossa habilidade para lidar com situações adversas e, contorná-las.

Carteira – Como o próprio nome o sugere, tem a ver com a gestão do nosso orçamento/rendimento.

Se há coisas com que nos preocupamos amiúde e temos especial zelo (penso eu!), a melhor gestão do nosso orçamento familiar, é certamente uma delas. Daí que, tendencialmente sejamos cada vez mais criteriosos e selectivos na procura das melhores estratégias economicistas, por forma a prevenirmos grandes desajustamentos que possam comprometer a nossa estabilidade financeira, e bem assim, a nossa capacidade de subsistência…e, no que se refere aos bens de consumo, é lícito, na medida do possível, ponderarmos muito bem as relações custo/benefício preço/qualidade! – não é verdade?

Por conseguinte, é perfeitamente normal optarmos, por exemplo:

– Pela elaboração da designada “Listinha” dos bens de consumo, cujo stock prevemos entrar em ruptura, no aconchego do nosso lar;

– Por nos deslocarmos apenas um X número de vezes, quiçá (?), não mais de 4 vezes por mês ao(s) estabelecimento(s) comercial (ais) da nossa preferência, ao invés de “andarmos sempre a caminhar para lá”; e ainda!…sempre que possível, cingirmos-mos estritamente ao constante na nossa “Listinha”. Ah pois é!…Ora aí está uma questão bem difícil de cumprir, pois como resistir a um ou outro “delírio consumista”, de todo apelativo?…Muito simples: inculcar-se que, não havendo verba disponível, não se compra!!!;

– Por darmos uma “espreitadela” nos artigos promocionais e adquirirmos umas tantas unidades, mas não muitas, daquelas que considerarmos mais pertinentes!…E não muitas, porquê?

Ora por uma questão de “lógica da batata”, não será certamente! Vejamos:

Todos nós sabemos que o mercado é tendencialmente concorrencial, de forma que, se as empresas visam aumentar o consumo, “volta e meia”, melhor dizendo, frequentemente, têm forçosamente de apresentar no mercado preços promocionais competitivos, pelo que, meus amigos!…se calhar, e repito, se calhar, não vale a pena estarmos a “atafulhar” a nossa despensa com bens de consumo que muito provavelmente, irão estar novamente em promoção num curto espaço de tempo, sob pena de estarmos a inflacionar desnecessariamente a “nossa carteira”! Ou não?

-Para os que levam esta última estratégia economicista mais ” a peito”, há inclusivamente, aplicativos comerciais para comparar preços entre os vários estabelecimentos comerciais, e que se podem instalar nalguns tipos de telemóveis, bastando para o efeito, usar o scanner no código de barras sobre o artigo pretendido.

– “Deus me livre!!!” – a meu ver! – “Mas que grande trabalheira!”…E mais!…Até que ponto realmente compensará “andar de capelinha em capelinha”, só para  se adquirir um produto uns quantos cêntimos mais económico?…Lá está! Implica disponibilidade em termos de tempo e também certamente, em combustível (?). Mas enfim…“cada um é que sabe com as linhas com que se cose”, e bem assim, o melhor que lhe convém!

Relativamente a outros bens de consumo, que não os que integram a nossa despensa, como vestuário, calçado, objectos de uso pessoal, e outros , relativos à imagem:

Bem, neste âmbito, certamente teremos que ser um pouco mais criteriosos, porque já se sabe, não é?…ou seja, as promoções são mais escassas e geralmente sazonais, pelo que sensatez e ponderação quanto baste, nunca serão demais nas nossas escolhas

Todavia, será uma grande chatice, quando chegada a altura das promoções ou saldos o(s) nosso(s) mui querido(s) e tão desejados artigo(s), que durante tanto tempo, como que andámos a “namorar”, já não estão mais disponíveis, porque entretanto terão esgotado; e então aí: – “oh não!”- dizemos nós (hipoteticamente!).

E se para uns esta questão é importante, porque enfim…dão uma certa relevância à moda e à imagem, para outros… nem por isso!… e bem assim, optam mesmo por adquirir logo, dentro do leque de ofertas mais económicas, aquelas que os fazem sentir mais confortáveis consigo próprios, e o mais importante!…não menos felizes!

No que concerne a outros bens de consumo essenciais no nosso lar, como: água, electricidade, gás ou outros combustíveis; Ora bem!…nesta matéria, cada um per si, saberá melhor do que ninguém gerir os consumos, considerando as dicas economicistas já tão vulgarmente divulgadas nos média…mas ainda assim, um tanto ou quanto, difíceis de cumprir, principalmente quando existe alguém que integra o nosso lar, que ainda não tem uma visão muito bem definida acerca dos limites do razoável, no que diz respeito a estes consumos, e como tal, ainda que inconscientemente (?), pratica a tal política do “toca a gastar”!!!.

Pois bem! Há que haver disciplina, regras!…Como tal, há que implementar medidas de combate ao desgoverno, não concordam?…E para tal, estamos lá nós para apelar ao bom senso!

E, a meu ver, chegámos ao ponto fulcral deste artigo, ou seja, a estratégia mais economicista do nosso orçamento, a mais eficaz e eficiente, e a não descurar de todo:

No início do mês, altura em que geralmente recebemos o nosso vencimento, pensão ou outro meio de subsistência, é perfeitamente natural elaborarmos uma folha de cálculo contendo todas as despesas fixas, obrigatórias e previsíveis.

Feitas as contas, se algo sobrar obviamente…quiçá, não será aconselhável de todo, desviar essa dita verba para uma outra conta bancária (ou outro local), e, fingir-se que a dita, nem sequer existe?…que é como quem diz:

– “É dinheiro sagrado! Não se lhe toca!”

Porém, às vezes lá surgem percalços, de todo imprevistos, e, infelizmente…lá temos nós que socorrer-nos da nossa conta de refugo. Mas também tal, pode não acontecer, não é? E, não acontecendo, certamente será “ouro sobre azul”.

– E então?…O que é que está a tentar transmitir-nos Paula? – poderão vocês questionar!

No final do ano, quiçá (?) pela altura das férias, ou numa qualquer altura que considerarmos relevante, se calhar…e repito, se calhar, até ficaremos surpreendidos (ou não?) com o que conseguimos poupar!

Meu Deus! A bem dizer, como que será um auspicioso desígnio, qual incrível “milagre”! Não?…E ainda por cima, na actual conjuntura de crise que o nosso país atravessa! Hum?

Bem, o que interessa é que esse dito “fundo de maneio”, ou mealheiro, ou como lhe quisermos chamar, poderá ser gerido, por forma a que uma parcela (?), possa ser despendida em algo que acreditamos que contribuirá sobremaneira, para a concretização de tão desejados “MOMENTOS FELIZES”!!!…E que tal umas excelentes, “deliciosas” e bem merecidas férias?

E por aqui me fico!…

Até para a semana, se Deus quiser.

Beijinhos

 

Paula Pedro

 

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4 comentários a “Verdadeiros MALABARISMOS…da NOSSA CARTEIRA!!!

    • David Cabanas,

      Muito obrigada, mas com efeito, o regresso ao trabalho propriamente dito ainda tarda, pelo que vou continuar de férias.
      Relativamente à questão do “à grande”, concordo consigo, na medida em que a sua dimensão é relativizada pela relevância que o conceito terá para cada um. Por exemplo: as coisas mais pequenas, mais simples e naturais, como…estar com aqueles que amamos e que nos amam, onde quer que seja, poderá significar algo de “mui grande”…e, muito mais do que “à grande”! 🙂
      Mas, sim…as férias estão a correr bem e têm proporcionado momentos felizes, que é o mais importante! 🙂
      Todavia, David Cabanas, o objectivo primordial do artigo, é induzir o leitor à reflexão acerca das possíveis estratégias economicistas para tão somente, se “sobreviver” nesta conjuntura de crise que o nosso país atravessa…porque, e a bem dizer, certamente muitos não terão possibilidade de “ir de férias”.

      Beijinhos

      Paula Pedro

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      • Olá Ney Ramalho!

        Muito obrigada, mas o regresso ao trabalho ainda tarda, pelo que ainda disponho de mais um “tempinho” para desfrutar dumas relaxantes férias.
        Adorei seus artigos Ney! Temáticas muito pertinentes, por sinal: Educação para a Saúde.
        Fiz questão de postar lá um agradável comentário. 🙂
        Beijinhos

        Paula Pedro

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