Conta-ME Histórias, que eu gosto!… Contas? #13 – AMAMO-NOS SEM LEI, E ENTÃO? (Conto Erótico)


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#13 – AMAMO-NOS  SEM LEI, E ENTÃO? (Conto Erótico)

 

Há certas coisas que acontecem na vida de uma pessoa, de todo inesperadas; daquelas que somos capazes de jurar a pés juntos que serão irrepetíveis.

Não por terem sido um erro crasso capaz de fazer mossa num relacionamento a dois, mas por roçarem o perigo, o alienável; o que, ainda assim, faz os deleites de muitos; claro que num paradigma de ocultismo, porque enfim… não convém de todo escancarar a vida privada, sob pena de expor-se o nosso quê de loucos – que de loucos, todos temos um pouco, não é verdade? -, a nossa intimidade, as nossas fantasias, os nossos devaneios… enfim, o nosso EU.

Pelo sim, pelo não, convém que certas coisas do domínio do privado, permaneçam no segredo dos deuses e dos envolvidos, por via dos rótulos estigmatizantes das mentes imponentemente puritanas, xenófobas e conservadoras, no que ao sexo diz respeito.

A que me refiro concretamente? Refiro-me tão somente ao amor livre, despido de preconceitos, de tabus, de estigmas e de todos os “SES” que o possam classificar como uma aberração, uma “coisa” contranatura. Refiro-me ao adultério consentido, pronto!

Sim! Sou um gajo diferente, mas para que conste: feliz! E, diga-se de passagem, muito feliz com as minhas escolhas, com os meus trilhos, com os meus colos, ainda que os mantenha na penumbra, não por preconceito, mas por respeito por mim próprio, e para com aqueles que comigo se relacionam.

Sim! Tornei-me um swinger, mas só por acaso, e depois? Parece algo complicado de gerir, não? Pois… o segredo está em conseguir separar-se o trigo do joio.

Amo a minha mulher, e ela, a mim, mas esporadicamente gostamos de partilhar bom sexo, sensual, libidinoso com outros casais swingers que comunguem connosco as mesmas regras, os mesmos limites, as mesmas fantasias eróticas, e, claro está, usem a indispensável “máscara”, tal como nós.

Somos apenas um dos muitos casais do KEY CLUB, e adoramos o sexo social neste conceito. Puro prazer apenas, em noites de intensa e requintada luxúria, onde ninguém conhece ninguém – e tampouco queremos conhecer, para além do prazer físico que possamos partilhar -, depois de um stressante dia de trabalho.

Se é arriscado? Claro! Mas neste contexto, um risco delicioso; um campo de descoberta cheio de prazeres e de mistérios que nos permitem a concretização das nossas mais loucas fantasias. A Flor de Lótus da nossa sexualidade que não compromete em nada do que sentimos um pelo outro.

– “O tipo é alucinado!” – Certamente o dirão muitos de vós. Mas sabem que mais? Tampouco me importa, porque é assim que somos felizes.

“A minha liberdade termina onde começa a dos outros”

História ficcional

Ana Carolina – Libido

 

 

 

© Paula Pedro

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1 comentário a “Conta-ME Histórias, que eu gosto!… Contas? #13 – AMAMO-NOS SEM LEI, E ENTÃO? (Conto Erótico)

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