Conta-me histórias, Que EU Gosto!… Contas? #31 – SEM ESSA DE MEIAS VERDADES!…


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#31 – SEM ESSA DE MEIAS VERDADES!…

 

Dou comigo a pensar se devemos dizer sempre a verdade numa relação amorosa, ou se será preferível calar o que supostamente não se deve dizer, para não fazer mossa; calar o que sentimos e que nos faz pruridos, por pudor, por educação, ou medo de ferir susceptibilidades, ou, inclusive, medo de perder quem amamos. (?)

I’m confused. So what?

Sabes aquelas cenas em que ele, inconsciente e subtilmente, começa a fazer descrições e comparações com a(s) ex? Uma pessoa fica sem paciência para o ouvir, certo? Fica desconfortável; começa a irritar-se, a sentir uma pontinha de ciúme; despoleta a insegurança, enfim… a relação, que devia ser a dois, passa a correr o risco de ir ao fundo, por excesso de passageiros.

Caramba! Se te incomoda que ele fale das que constam no livro da vida dele, e que já passaram à história, diz-lhe isso mesmo, e, pronto!

É muito mais fácil usar a verdade no presente e no futuro. Esquece lá o tempo passado ou o modo condicional! E, então, o uso deste último é realmente uma tragédia para qualquer relação afectiva. É quando ele usa e abusa dos “ses”, do tipo:

“- Ah! Se fosses um pouco mais magra!… Ou: “- Se estivesses mais perto daqui!… Ou ainda: “- Se fizesses assim, ou, assado, eu faria cozido!…”

Fica-se com ganas de responder ao personagem uma daquelas respostas xeque-mate, do género:

“- Ai sim? Hasta la vista! Ah!… E não ouses voltar. Ok?”

A verdade é que o modo condicional é [quase] sempre – ou não! -, uma requintada forma de desculpa esfarrapada, para se justificar algo que não se quer, ou não se deseja de todo que aconteça.

Dito mais simples, se ele te confrontar concomitantemente com conversas onde predominam os “ses” e os “talvez”, minha cara(!), mete uma coisa na tua cabecinha:

ELE NÃO TE AMA! Tu não és a prioridade dele. Em suma, não és A TAL. Percebeste?

Depois de inculcares isto, só te restam duas hipóteses: ou permites-te viver infeliz numa relação que está a morrer aos poucos, e, por isso mesmo, a dar cabo de ti; ou, ousas matá-la de vez – a relação! -, friamente, sem quaisquer escrúpulos, sem olhar para trás,… permitindo-te sorrir de novo à vida e ao amor, até então, desacreditado.

Pois é!… Há decisões difíceis de tomar. Por qual destas optarias?

It all depends on you. Think about it!

 

© Paula Pedro

 

 

 

 

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